MENSAGEM DO PRESIDENTE

Desde a data da sua fundação, em 24 de Maio de 2000, que a Fundação Ilídio Pinho, em memória do meu filho Ilídio Pedro, cumpre o papel de utilidade pública que sonhei para ela. E é com orgulho incontido que reconheço terem sido largamente ultrapassadas as expectativas do meu sonho. Por isso, tudo farei para que a Fundação prossiga a sua missão de contribuir para que a ciência esteja ao serviço do desenvolvimento e da humanização.

De entre os diferentes programas, projetos e iniciativas que têm marcado a atividade da Fundação, o Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola” é, no meu entendimento, o que melhor interpreta a minha visão para o papel da ciência no desenvolvimento do nosso país e é isso que justifica que tenha, na Fundação, um lugar especial.

A promoção da ciência nas escolas a todos os níveis, desde o Ensino Pré-Escolar ao Secundário, apoiando ideias e projetos inovadores promovidos e desenvolvidos por equipas de professores e alunos, tem permitido à Escola assumir-se como um espaço dinâmico de saber útil e inovador e com o seu empenho contagiar e comprometer pais e autarcas.

Os resultados são surpreendentes e é certamente por isso que todos os governos, independentemente das suas bases partidárias, têm apoiado inequivocamente esta iniciativa, considerando-a estrutural e de interesse nacional, tendo em conta os desafios do futuro científico com que Portugal terá de se confrontar.

Em parceria com os Ministérios da Educação e da Economia, a Fundação Ilídio Pinho tem assumido e continuará a assumir a sua tarefa de interesse público: valorizar o maior ativo de que o país dispõe – os jovens e os seus professores – através de ações que têm contribuído para a criação de uma nova cultura científica nas escolas. O “Ciência na Escola” que vai na sua 14ª edição, no entendimento dos professores foi a luz ao fundo do túnel e agora, com o sucesso que tem tido, já é a luz no túnel. E assim é, porque se sentem empresários do conhecimento criador, oferecendo ideias e projetos ao país com a participação dos seus alunos que com a experiência adquirida descobrem a sua vocação ativa. Por isso, estou convicto que o projeto “Ciência na Escola” é estrutural e fundamental para ajudar a criar as condições que Portugal precisa para se afirmar como uma verdadeira plataforma de interligação continental, transformando-se num país estratégico para a Europa e para o Mundo.

Aos muitos milhares de professores e alunos, artistas plásticos, decisores políticos e a todos aqueles que, desinteressada e incondicionalmente, têm participado connosco nesta grandiosa missão de utilidade pública, deixo um sincero muito obrigado.

Podemo-nos sentir orgulhosos por estarmos a servir a Pátria!

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Porto, Agosto de 2016

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